sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Partida entre Brasil e Bolívia, pelas Eliminatórias, tem todos os ingressos vendidos


Foto: Fernando Torres / CBF
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A seleção brasileira terá apoio maciço de sua torcida para o jogo contra a Bolívia, dia 6 de outubro, pelas Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo. Todos os ingressos para a partida, que será disputada na Arena das Dunas, foram vendidos.
“Nesta quinta-feira (22), os 31 mil bilhetes colocados à venda pelo site foram adquiridos em menos de oito horas. Na próxima segunda (26), haverá outra chance para a compra, pois os ingressos que não têm o pagamento concluído voltam ao sistema e são colocados, novamente, à venda”, informou a CBF através do seu site oficial.

O Brasil vem de duas vitórias nas Eliminatórias, sobre Equador e Colômbia. O time de Tite está na segunda colocação atrás somente da Argentina.


Postado por Carlos PAIM

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Tribunal confirma vitória do "Não" em referendo na Bolívia


O tribunal Superior Eleitoral (TSE) da Bolívia confirmou nessa terça-feira o triunfo do "Não" no referendo constitucional realizado no domingo, o que impede o presidente do país, Evo Morales, a ser novamente candidato nas eleições de 2019.

O "Não" se impôs com 51,31% dos votos contra 48,69% do "Sim", com 99,49% das urnas apuradas, afirmou a presidente do TSE, Katia Uriona, em um relatório apresentado à noite.

A presidente do TSE destacou para os meios de comunicação que a instituição respondeu ao compromisso assumido e avançou "no fortalecimento da democracia" ao ratificar na verificação dos votos a decisão tomada pelos bolivianos na consulta de domingo.

"Concluímos (a apuração) com a satisfação do dever cumprido", afirmou Katia.

O triunfo apertado do "Não" sobre o "Sim" é uma rejeição à proposta do governo de modificar um artigo da Constituição para ampliar o número de mandatos presidenciais consecutivos permitidos de dois para três.

Morales e seu vice-presidente, Álvaro García Linera, pediram apoio à proposta com a intenção de concorrerem outra vez no pleito de 2019 para buscar um quarto mandato consecutivo até 2025.

Ambos governam a Bolívia desde 22 de janeiro de 2006, assumiram seu segundo mandato em 2010 e o terceiro em 2015.

A dupla presidencial pôde se apresentar ao pleito de 2014 graças a uma decisão do Tribunal Constitucional que aprovou que seu primeiro mandato (2006-2010) não conta porque o país foi refundado como Estado Plurinacional em 2009.

Até a tarde de ontem, os governantes acreditavam em uma virada do "Sim" na apuração com os votos da população camponesa e indígena e do exterior, que foram os últimos a ser computados.

Morales, cujo terceiro mandato será concluído em janeiro de 2020, antecipou há poucos dias que se o "Não" vencesse, seu partido, o Movimento Ao Socialismo (MAS), concorreria no pleito de 2019 com outros candidatos.



segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Resultado parcial indica derrota de Evo em referendo sobre 3ª reeleição

Resultado preliminar do Órgão Eleitoral Plurinacional (OEP) da Bolívia informou, nas primeiras horas da manhã desta segunda-feira (22), que os bolivianos rejeitaram, em referendo popular, a reforma constitucional que permitiria ao presidente Evo Morales se candidatar a um quarto mandato (2020-2025). O referendo foi realizado neste domingo (21).
Segundo o OEP, após 96,06% de votos apurados, 63,44% dos bolivianos votaram contra a proposta. Outros 36,56% optaram pelo "Sim".
No final da noite de domingo, as primeiras pesquisas já mostravam que os bolivianos estavam rejeitando a proposta.Segundo a emissora de TV privada ATB, 52,3% dos bolivianos votaram de forma contrária à proposta de uma nova reeleição do presidente Evo Morales. Outros 47,7% se mostraram favoráveis a proposta de um novo mandato de quatro anos.
A pesquisa foi realizada pela Opsos, com base em 100% dos votos. A expectativa era de que 6,5 milhões de pessoas votassem. Já o jornal boliviano 'El Deber' diz que o Não venceu com 51%, contra 49% do Sim.
O governo boliviano, no entanto, entendia a pesquisa como empate técnico.
Esta é a primeira e mais séria derrota política do presidente boliviano, no poder desde 2006, que contava em vencer com 70% a consulta popular.
De acordo com o Tribunal Supremo Eleitoral (TSE), 4,85% dos votos já foram apurados. Até agoram 63,4% disseram Não à possibilidade de uma nova reeleição, enquanto 36,6% votaram no Sim.
Votação adiada
Na reta final da votação, que terminou às 16h locais (17h de Brasília), algumas seções não funcionaram de maneira adequada, provocando o protesto de eleitores, como em Santa Cruz (leste do país), onde algumas pessoas queimaram urnas e cédulas vazias.
Com isso, o Tribunal Supremo Eleitoral (TSE) anunciou que adiou até 6 de março a votação do referendo constitucional em dois colégios eleitorais, totalizando 35 seções.


sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Morales recebe 'honoris causa' em Roma e o dedica ao movimento indígena

6 nov 2015 17h11

O presidente da Bolívia, Evo Morales, recebeu nesta sexta-feira o título de doutor "honoris causa" da Universidade de La Sapienza de Roma, e o dedicou à unidade do "importante" movimento indígena e sua reivindicação por liberdade.
"Estou verdadeiramente surpreso por esse reconhecimento. Digo a esta prestigiada, antiga, e muito respeitada universidade que esse reconhecimento é dedicado à unidade de um setor muito importante como o indígena", destacou o presidente em seu discurso.
Morales disse que a reivindicação do povo indígena por "liberdade e soberania econômica" que o colocou no governo. Também falou sobre uma "nova Bolívia" e lembrou os tempos nos quais "os políticos eram conhecidos como farsantes e delinquentes" no país.
"Nós mesmos governamos nos libertando de todas as imposições externas. É custosa a busca pela igualdade. É custoso, sobretudo, questionar um sistema e um modelo fracassado. Aprendemos com alguns líderes a perder o medo, a não nos submeter. É parte de nossa grande luta", argumentou Morales, criticando a oposição, o imperialismo dos Estados Unidos, as classes oligárquicas e a "bênção do Fundo Monetário Internacional (FMI)".
Morales apresentou uma Bolívia que está mudando, que realizou importantes conquistas na luta contra a pobreza e que, neste ano, "registrará o maior crescimento na América Latina".
O país quer se transformar "no centro energético" da região. E, segundo o presidente, o governo está atualmente em negociação para começar a exportar energia a partir de 2017, aproveitando as necessidades de vizinhos como o Brasil e a Argentina.
Após o discurso, Morales foi aplaudido e recebeu o título das mãos do reitor da Universidade de La Sapienza, Eugenio Gaudio, que elogiou o líder boliviano ao afirmar que "se há um expoente político que merece uma distinção, esse é ele".
"Evo representa uma absoluta novidade no panorama internacional e mudou os esquemas da comunicação. Em um continente cada vez mais em evolução, rico em recursos, representa o rosto da inovação", disse.
O evento encerrou a passagem de Morales pela Itália, onde também se reuniu com parlamentares dentro de um tour pela Europa que o levará nos próximos dias à França e à Irlanda.
EFE    

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sábado, 24 de janeiro de 2015

Chaco

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Em verde, o território aproximado do Gran Chaco
O Chaco ou Gran 

Chaco (do quéchua chaku, "território de caça") é uma das principais regiões geográficas da América do Sul. Possui aproximadamente  1280000 quilômetros quadrados e abrange partes dos territórios de Bolívia,Argentina, Paraguai e Brasil.
Caracteriza-se por muitos ecossistemas e climas distintos, que variam dos Pampas a florestas e semiárido. As temperaturas oscilam entre -7 graus centígrados no inverno e 47°C no verão. O regime de chuvas também é bem diversificado, indo de 400 milímetros ao ano na região oeste até atingir 1 600 milímetros já próximo a Assunção, no Paraguai.

Localização[editar | editar código-fonte]

O Gran Chaco é uma vasta planície de floresta e selva. Ao norte, se estende para o norte do paralelo 16 graus sul, emSanta Cruz de la Sierra, na Bolívia; a leste, abrange as encostas ocidentais do Pantanal, no Brasil, e as bacias dos riosOtuquis e Parapetí, sendo delimitado pelo rio Paraná; para o sul, atinge o norte da província de Córdoba, na Argentina; a oeste, abrange o oeste do Altiplano Yungas. Assim, o Gran Chaco cobre 1 280 000 quilômetros quadrados distribuídos entre os países da Argentina (40%), Bolívia (35%), Paraguai (20%) e Brasil (5%).

Subdivisões[editar | editar código-fonte]

É dividido de norte a sul em:
Chaco Boreal, que se estende desde o Rio Pilcomayo, na latitude 16 graus sul, para o norte, abrangendo territórios boliviano e paraguaio.
Chaco Central, que se estende entre o Rio Pilcomayo e o Rio Bermejo (este último, também conhecido como Ypitá, termoguarani que significa "rio vermelho"). Abrange território boliviano e argentino.
Chaco Austral, que se estende desde o rio Bermejo até o entorno da lagoa de Mar Chiquita e confluência do Rio Salgadocom o Rio Paraná, ou aproximadamente paralelo 30 graus sul, entre Argentina, Bolívia, Brasil e Paraguai.

Clima[editar | editar código-fonte]

Embora nas latitudes onde o Gran Chaco se estende a região seja geralmente muito quente, o fato é que, devido aos regimes de ventos continental e sazonal (correntes de vento especialmente da Antártida), há grandes variações de calor entre o dia e a noite e entre as estações do ano. Assim, nas Grandes Salinas localizadas na extremidade sudoeste doGran Chaco, no verão (principalmente em janeiro), as temperaturas ultrapassam 44 graus centígrados, enquanto que, nos arredores de Assunção, não são incomuns, para algumas noites julho (inverno), as temperaturas de quase 0 grau centígrado, e, no Chaco Tarijeño (perto de Villamontes e Yacuiba), ocorre queda de neve. Ou seja, são bastante comuns temperaturas abaixo de 5 graus centígrados, apesar de sua localização muito ao norte do Trópico de Capricórnio. Já na parte sul da região, na Argentina, as temperaturas extremas podem passar dos 48 graus centígrados.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referência[editar | editar código-fonte]

• ENCICLOPÉDIA Delta Universal. Rio de Janeiro: Ed. Delta S.A., 1985

domingo, 19 de outubro de 2014

Evo Morales vence eleições e cumprirá terceiro mandato na Bolívia

Resultados oficiais do pleito de domingo passado foram proclamados nesse sábado; Morales foi reeleito com 61% dos votos

Evo Morales
Evo Morales foi reeleito com 61% dos votos
PUBLICADO EM 19/10/14 - 19h09
O presidente da Bolívia, Evo Morales, foi reeleito para mais um mandato, com 61% dos votos válidos. Os resultados oficiais do pleito de domingo passado (12) foram proclamados nesse sábado (18) pelo Tribunal Supremo Eleitoral do país.
Os dados confirmam os resultados não oficiais anunciados no dia do pleito. Em seu terceiro mandato, Morales governará a Bolívia de 2015 a 2020, o que o tornará o presidente com mais tempo no poder.
Ele ficou com 37 pontos percentuais de vantagem sobre o adversário, o empresário Samuel Doria Medina, que obteve 24% dos votos. O ex-presidente Jorge Quiroga recebeu 9% dos votos.
O Movimento Sem Medo, liderado pelo advogado Juan del Granado, antigo aliado de Morales, e o Partido Verde, do ecologista Fernando Vargas, obtiveram, cada um, menos de 3%. Domingo que vem (26) haverá nova votação em assembleias dos departamentos de Oruro, no Sul do país, e Santa Cruz, no Leste, devido a irregularidades.
Evo Morales chegou ao poder em 2006, com 54% dos votos, e foi reeleito, em 2009, com 64% dos votos.
Agência Brasil

domingo, 12 de outubro de 2014

Evo Morales favorito a vencer as eleições deste domingo (foto AP)
Bolivianos vão eleger novo presidente
Redação
A Bolívia vai eleger este domingo o próximo presidente do país, bem como 130 deputados e 36 senadores. Na votação participam um total de 6,2 milhões de eleitores.

Esta será a primeira vez que bolivianos poderão votar de 33 países, até aqui só os moradores de EUA, Brasil, Argentina e Espanha votavam.

As sondagens apontam que o atual presidente, Evo Morales, reúne 59 por cento dos votos. Pela primeira vez, poderá vencer nas nove regiões do país. Morales espera ultrapassar os 64% dos votos que conseguiu em 2009.

Caso consiga o terceiro mandato consecutivo, o líder da Bolívia será o presidente que mais tempo terá liderado o país.